é estranha a sensação de traição quando nem ao menos se pode cogitar essa palavra em uma relação. na verdade, a sensação de não estar no controle da situação causa esse desconforto imenso e doloroso. mas, como pode doer algo tão estranho assim? não se pode perder o que nunca foi seu. e quem vai entender o coração? quem vai mandar nele? que doce ilusão essa.
não sei se é ser fraco, ser covarde ou simplesmente medroso o ato de pular fora, de desistir sem nem ao menos ter lutado... mas quem é que entra em um guerra pra perder? ou melhor, quem é que entra em uma guerra que já esta perdida? ninguém, eu imagino.
ninguém jamais vai entender o porquê disso tudo, claro que não vai. qualificar e quantificar sentimentos não rola, até porque não se pode deduzir um sentimento em uma lei matemática ou muito menos pintar um quadro que represente, por exemplo, a alegria.
a necessidade estranha e absurda que sinto de cuidar, de proteger quase nada alterou-se após o choque, apenas me sinto frágil e debilitada, sinto que você trapaceou.
trapaceou e burlou regras que nunca foram ditas, ultrapassou limites que nunca foram estabelecidos, magoou sentimentos que nunca soube existir. E é dessa maneira que me sinto prepotente por não agir, por não lutar, mesmo sabendo os contras dessa reação.
fico me perguntando onde me distraí e não sei, sinceramente. talves tenha perdido o foco em algum momento crucial, diante de algum agrado e me deixei enganar por simples e fúteis palavras. as pessoas deterioram a seriedade que as palavras tem, as pessoas manipulam sentimentos como se fossem compostos químicos, as pessoas diminuem sentimentos à zero, elas banalizam o que deveria ser sério. mentir virou moda, exagerar no sentimento virou clichê e assim, idiotas como eu, caiem no conto do vigário e depois, se magoam como eu.
decidir cair fora é complexo. pensar complexo, segundo um doutor em filosofia, é fazer interagir pontos heterogêneos em prol de uma única coisa, e é daí que vem a complexidade dessa escolha. deixar de lado, cair fora, não se encantar, não deixar transparecer seus sentimentos, ser forte o suficiente para negar para seu coração (porque a mente você educa facilmente) a realidade do momento são atitudes de pessoas fortes e decididas. e esta aí mais um ponto filosófico, ordem e desordem, ambas tão contráditórias e tão necessárias uma para a outra, pois uma não existem sem a outra.
Utilizar-se da escrita como forma de desabafar é uma das alternativas mais úteis já inventadas, antiquada, claro, mais eficaz, e como. Se escreve para que ninguém leia, ou pelo menos, esperamos que ninguém vá ler. Afinal, quem irá perder seu precioso tempo com mais lamentações? Está aí a vantagem do mundo globalizado.
Uma hora o corpo acostuma, a mente acalenta e você acaba reciclando esse tipo de coisa sem precisar processá-la, de fato. De tanto calejar a mão para de doer.
sem mais,
b.osti
quarta-feira, 8 de junho de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
alguém.
você já sentiu que precisa de alguém? alguém que te faça rir a toa, alguém que faça seu coração disparar com os mais simples gestos, alguém que faça suas pernas ficarem bambas ao se aproximar, alguém que arranque um sorriso teu com um telefonema, alguém que se preocupe com você a todo instante, alguém que te considere o seu ponto de equilíbrio, alguém que deposite em você a mais pura confiança, alguém que te olhe nos olhos ao falar, alguém que te conheça muito bem, alguém que aceite suas qualidades mas principalmente seus defeitos, alguém que te respeite acima de tudo, alguém que queira o seu bem acima de tudo, alguém que queira compartilhar a vida contigo, alguém que queira fazer parte da sua vida, alguém que seja teu cumplice, alguém que se apaixone por ti todos os dias, alguém que te ame com todas as forças, alguém que faça questão de que sua voz seja a primeira a ser ouvida no dia, alguém que seja especial ou mais que isso, alguém que te ame pelo que você é, alguém que enxergue além daquilo que os olhos podem mostrar, alguém que corra contigo, alguém que seja só teu.
osti
quarta-feira, 27 de abril de 2011
nada.
incrível como nada pode se tornar tudo. as pessoas tem o comum costume de transformar as mais diversas situações em problemas. os paradigmas que nos são impostos gera a insegurança e o questionamento de verdades que antes seguíamos, nos levando a fazer descobertas de extrema importância e, assim, modificando nossas verdades e pontos de vista. a grande questão é: como lidar com essa situação?
quando somos apresentamos ao mundo real, nossas maneiras são automaticamente colocadas em prova e gritam por melhoras, aperfeiçoamentos. as manias que antes nos eram comuns, podem parecer bizarras aos olhos alheios e agora, nada mais é conto de fadas. prepare-se para viver de verdade.
desde que entrei nesse mundo real, me pego questionando coisas que antes para mim eram como dogmas. o segredo é manter o controle da situação e ter quem você ama por perto, te ajudando a encarar essa guerra com o seu eu interior, rs!
cansei, chega por hoje .-.
osti
quando somos apresentamos ao mundo real, nossas maneiras são automaticamente colocadas em prova e gritam por melhoras, aperfeiçoamentos. as manias que antes nos eram comuns, podem parecer bizarras aos olhos alheios e agora, nada mais é conto de fadas. prepare-se para viver de verdade.
desde que entrei nesse mundo real, me pego questionando coisas que antes para mim eram como dogmas. o segredo é manter o controle da situação e ter quem você ama por perto, te ajudando a encarar essa guerra com o seu eu interior, rs!
cansei, chega por hoje .-.
osti
domingo, 24 de abril de 2011
amigos.
é tão fácil perceber o quanto são importantes, especiais, essenciais na nossa vida. é natural como respirar, fácil percepção. dizem que não importa onde se esta e sim com quem se esta e eu bato o martelo nessa ideia. ter boas companhias transformam o pior lugar no melhor lugar do mundo, no mais divertido e prazeroso.
não estou mais na fase de acreditar que as coisas são pra sempre, até porque sempre é algo que teoricamente não existe. mais eu sei que existem amigos que marcaram a minha vida o suficiente para que eu sempre me lembre deles, fato.
enfim, estou muito dispersa hoje, mais uma coisa eu sei: TENHO OS MELHORES AMIGOS DO MUNDO.
osti
não estou mais na fase de acreditar que as coisas são pra sempre, até porque sempre é algo que teoricamente não existe. mais eu sei que existem amigos que marcaram a minha vida o suficiente para que eu sempre me lembre deles, fato.
enfim, estou muito dispersa hoje, mais uma coisa eu sei: TENHO OS MELHORES AMIGOS DO MUNDO.
osti
quinta-feira, 21 de abril de 2011
liberdade.
posso dizer que a liberdade é uma causa pela qual vale lutar. lutar muito ou pouco não é a questão do momento e sim o quanto de liberdade você quer e, o mais importante, você merece. acredito que, assim como a confiança, a liberdade é algo frágil que requer muitos cuidados. tanto no quanto se usa como também com quem se usa.
dever satisfação a alguém reduz sua liberdade a metade, mas isso não é regra. quando você tem "responsáveis" que se preocupam com você, ela cai quase pra zero, garanto. atualmente, entendo o medo das pessoas diante a violência, a criminalidade, o consumo excessivo de álcool e drogas. mas também levo em consideração a educação que é dada a cada pessoa. quando se tem uma base familiar bacana, quase cem por cento de chances de você não ser mais um adolescente bebado e fumante.
os pais cismam em dizer que sabem tudo e que, consequentemente, nós não sabemos nada. até que ponto isso é verdade? como devemos aprender o que é preciso?
não adianta prender em casa, não adianta sair proibindo.... quem é adolescente sabe disso. os pais tem que aprender a dosar a liberdade a ser dada. nem muito nem pouco, o tal do meio termo, manja? as vezes acredito que esse assunto sempre será discutido e nunca terá um ponto final, pode passar o tempo que for.
depois de fortalecer as asas, os passarinhos levantam voo e partem para a vida, deixando suas casas para trás, a caminha de construir cada qual a sua. na nossa vida não será muito diferente, pode crer.
uma boa dose de aventura, alguns bons amigos sempre por perto, liberdade na medida certa, confiança e, o mais importante, responsabilidade... essa é a receita.
osti
dever satisfação a alguém reduz sua liberdade a metade, mas isso não é regra. quando você tem "responsáveis" que se preocupam com você, ela cai quase pra zero, garanto. atualmente, entendo o medo das pessoas diante a violência, a criminalidade, o consumo excessivo de álcool e drogas. mas também levo em consideração a educação que é dada a cada pessoa. quando se tem uma base familiar bacana, quase cem por cento de chances de você não ser mais um adolescente bebado e fumante.
os pais cismam em dizer que sabem tudo e que, consequentemente, nós não sabemos nada. até que ponto isso é verdade? como devemos aprender o que é preciso?
não adianta prender em casa, não adianta sair proibindo.... quem é adolescente sabe disso. os pais tem que aprender a dosar a liberdade a ser dada. nem muito nem pouco, o tal do meio termo, manja? as vezes acredito que esse assunto sempre será discutido e nunca terá um ponto final, pode passar o tempo que for.
depois de fortalecer as asas, os passarinhos levantam voo e partem para a vida, deixando suas casas para trás, a caminha de construir cada qual a sua. na nossa vida não será muito diferente, pode crer.
uma boa dose de aventura, alguns bons amigos sempre por perto, liberdade na medida certa, confiança e, o mais importante, responsabilidade... essa é a receita.
osti
terça-feira, 19 de abril de 2011
foda-se
sentei aqui com muita vontade de escrever, mas fatos do meu cotidiano me deprimem a ponto de que eu perca essa vontade toda.
alias, só tenho uma coisa pra dizer: quando ele vai perceber que eu cresci?
sem mais, :'(
alias, só tenho uma coisa pra dizer: quando ele vai perceber que eu cresci?
sem mais, :'(
segunda-feira, 18 de abril de 2011
justificativa.
não curto esse lance de justificativa, mas como diria uma grande amiga: " quem não gosta, gosta e quem não gosta, curti", então é isso mesmo.
believe é meio que a palavra da vez pra mim. posso dizer que tem um significado especial, é mais do que simplesmente acreditar. passei por uma fase complicada, onde foram postos a provas minhas crenças e minha fé. onde precisei ter mais do que meus amigos, mais do que meus pais e a mim mesma para me manter em pé. o ano passado foi um ano de despedidas e eu odeio despedidas, então vamos dizer que foi um ano onde alguns ciclos se finalizaram, mais simples. todo encerramento é difícil e dolorido, requer certo preparo psicológico, ainda mais quando 11 anos da sua vida foram destinados a estar no lugar e com as pessoas em questão. não é fácil, não é. dizer adeus é algo que dói tanto, alias, acredito que essa palavra poderia ser banida do dicionário sem problemas, ninguém sentiria falta dela, foi aí que precisei acreditar.
querendo ou não, deixei para trás pessoas que fazem parte do que sou hoje. que cresceram comigo e me ajudaram a construir parte da minha história. pessoas que tinham a capacidade de me fazer sorrir em plena segunda-feira, sete horas da manhã, pelo simples fato de estarem presentes. procurei aproveitar cada segundo como se fosse único. cada oportunidade de trabalharmos juntos era bem-vinda, era prazerosa. porém, mais prazeroso que isso, foi ver todo o nosso trabalho sendo aplaudido no dia vinte de novembro, como foi gratificante, como fiquei orgulhosa das quarenta pessoas mais importantes da minha vida. independente das diferenças que realmente existiam, juntos eramos imbatíveis, disso eu tenho certeza e no fim das contas, o sucesso só foi grandioso por existir todas essas diferenças. percebi o quanto acreditava nas pessoas e o quanto as pessoas acreditavam em mim. "chegou a hora de vocês nascerem", assumo a dor ao ouvir isso, a sensação de abandono e ao mesmo tempo de ansiedade pela nova fase que estava por vir. prestar vestibular foram as preliminares para a nova fase da minha vida. não tive pressão, não fiquei ansiosa, não tive medo. simplesmente fui lá e dei o meu melhor. não me matei de estudar como muitos fizeram, não perdi noites inteiras de sono ou tão pouco tardes de sol com as minhas amigas. deixei com que minha sorte e minha competência falassem mais alto. depois de muito esforço, muito cansaço físico e mental, as merecidas férias. e depois da tempestade, vem sempre a calmaria. ouvir minha mãe dizer ao telefone: parabéns filha, você passou na Unicamp. isso foi algo que realmente não teve preço e não tem como descrever. passei na Unicamp sim, na primeira chamada, em Tecnologia Ambiental, curso em Limeira. orgulho do papai e da mamãe. e eu acreditei muito em mim. atualmente, estou cursando Engenharia Ambiental na Faculdade Oswaldo Cruz, na Barra Funda. e muitos me chamaram de louca pela oportunidade que eu joguei fora, mas eu me considero feliz. porque no fim das contas, eu percebi que não tem felicidade maior que ter as pessoas que eu amo por perto. porque o importante não é o que você tem na vida e sim quem você tem na vida, e eu tenho as melhores pessoas do mundo. já dizia Vinícius Queiroz, "quando há medo de ir embora, é porque vale à pena ficar." e foi por isso que eu fiquei. eu tenho muito que fazer aqui ainda, garanto. então, hoje eu digo que acredito! acredito em todas as possibilidades de mudanças, acredito que sorte e competência andam de mãos dadas, acredito na paz, acredito que no amor incondicional, acredito no destino e na escolha, acredito que nossos bens são frutos do nosso trabalho e acredito, acima de tudo, em Deus. eu acredito!
domingo, 17 de abril de 2011
sensações.
o que eu vim escrever hoje aqui é muito mais um desabafo do que um simples pensamento. há mais de um ano atrás, exatamente no dia primeiro de fevereiro de 2010 vim aqui desabafar sobre uma pessoa e é incrível como as palavras antes usadas, hoje para mim não fazem mais sentido, como são assustadoras. seria mais ou menos assim....
é incrível como eu achava que o conhecia. como eu achava que sabia das vontades, dos sonhos e dos desejos que ele tinha. sei que já fui alguém de muito valor mas hoje não passo de mais uma pessoa que ele vê na rua. imagino a seguinte cena: av. paulista as sete horas da manhã, talvez um milhão de pessoas passando ao mesmo tempo. seria assim, ele seria só mais uma pessoa em meio a multidão e eu também! ao mesmo tempo que sensações estranhas surgem em mim, um grande alivio as rebate e as transformam em nada, pó. quando você amou muito alguém e esse alguém te fez sofrer mais ainda, marcas ficam em você, as feridas se curam, mas deixam cicatrizes aparentes e essas podem vir a doer ou não. e hoje eu grito pro mundo que não dói mais. que sou imune a qualquer coisa, assunto ou lembrança que ele esteja contido. pra mim ele é realmente uma pessoa em um milhão na av. paulista, minha amada. aí eu penso para onde foi todo aquele amor, a veneração, o carinho, a cumplicidade, a paixão, o respeito, a consideração, o desejo, a amizade, a confiança, o bem-estar que ele me causava e todos os outros sentimentos que eu, um dia, cheguei a sentir. alguém sabe me dizer? não, claro que não. esse é o tipo de coisa que não se explica, mas eu acho maravilhoso que acabe. no começo, tinha medo de acabar. era loucura, claro que era. tudo o que eu sentia era um vício e ele era uma droga. eu estava tão infectada que me sentia dependente daquilo, a todo instante. era loucura, eu disse! mas, quando comecei a desinfectar percebi o quanto era doentio e cheguei a me assustar. por isso que hoje eu tenho tanto orgulho em dizer que acabou. minhas sensações são mais maduras, menos exageradas e mais racionais. talves por ter sofrido muito ou então por simplesmente ter optado por não mais sofrer a toa, mas isso tanto faz. o importante é que aqui ele não interfere mais, não faz mais diferença. bárbara osti
sábado, 16 de abril de 2011
rotina
a maioria das pessoas utilizam a expressão "sair da rotina". elas reclamam o tempo todo da rotina que, supostamente, vivem e, por isso, estão sempre buscando maneiras de transformar o seu cotidiano. agora, o que se faz quando se sente falta de uma rotina? o que se faz quando não existe a possibilidade dessa rotina voltar? pois é, isso é complicado. constrói-se amizades, cria-se laços de carinho e de amor onde os ambientes são bons, alegres e divertidos e, por isso, cultiva-se esses ambientes e consequentemente aquilo que foi construído ali. porém algumas despedidas são involuntárias. a vida é cheia de desencontros, é um intenso vai e vem de pessoas que entram e saem das nossas vidas, muitas vezes deixando saudades e outras, não deixando nada. são dessas que deixam saudades que realmente sentimos falta, parece óbvio né. não sente-se falta pelo simples fato de terem deixado saudades, mas sim pelos momentos maravilhosos que elas nos proporcionaram. as pessoas se esquecem de palavras, as pessoas se esquecem de atos e gestos, mas as pessoas jamais se esquecem daquilo que as fazemos sentir. e eu me encontro justamente aqui, olhando para o que já passou com saudades e de certa maneira com conformismo, porque eu sei que não terá volta. será que nosso destino é sentir saudades daquilo que passou? corro paralelamente ao meu passado e meu presente, vivendo cada dia intensamente, dando o meu máximo em cada projeto e procurando sempre obter sucesso; ao mesmo tempo sendo forte, procurando só olhar para trás quando a saudades for realmente muuuuuito grande. acredito que uma hora eu me acostume com a dor e me torne imune a essa saudades, mas jamais deixarei de olhar pra trás as vezes, afinal é um pouco do que eu sou que ficou para trás, me pertence cada segundo. bárbara osti
sexta-feira, 15 de abril de 2011
tempo!
engraçado como o tempo passa e nós não nos damos conta, não percebemos. o passar do tempo deixa muitas coisas para trás e o assustador é esquecer a maioria das coisas que se vive. o nosso cérebro tem um mecanismo de memória seletiva, que seleciona tudo aquilo de importante e guarda, descartando o restante. se isso não acontecesse, talvez em dois meses não teríamos mais memória suficiente para guardar mais nada. aí vem a questão do tempo. o tempo não causa o esquecimento, esquecemos lugares e pessoas, momentos e sensações porque não foi algo que chegou a marcar nossa vida. talvez seja isso, talvez não seja. eu sei, por mim mesma, que odeio esquecer as coisas. gosto de lembrar de cada rosto, cada lugar que já fui, cada momento que já vivi e todas as sensações que tive. gosto de lembrar dos sorrisos e também das lágrimas, das conversar e das brigas. porque tudo que eu já vivi até hoje, eu deixo guardado em mim, no cantinho mais seguro onde o tempo não possa atuar. depois de mais de um ano, decidi voltar a escrever. porque na verdade eu tinha esquecido desse blog e não foi culpa do tempo, garanto.
e se um dia eu tive tristeza, não foi por falta de felicidade.
bárbara osti
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